“Cai mais uma máscara do Governo. Esquerda investiu menos em Saúde do que no período da troika”, por Duarte Marques

O financiamento do SNS caiu 6,1% de 2015 para 2017 e a dívida disparou. Passou de 26,3 mil milhões em 2015 para 24,7 mil milhões em 2017. Uma quebra que fez disparar a dívida aos fornecedores para 2,9 mil milhões de euro.

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O Tribunal de Contas confirma o que já havíamos reiterado, entre 2011 e 2015 não houve os tais cortes monumentais no Serviço Nacional de Saúde como se pode ver em https://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2018/2s/rel020-2018-2s.shtm

“Houve sim uma redução do custo da prestação de serviço de saúde para a manutenção do SNS e basta recordar como baixaram os preços dos medicamentos e dispositivos médicos” como lembrava recentemente um Administrador Hospitalar.

Corte a sério ocorreu entre 2015 e 2017 como nos diz o Tribunal de Contas: “O fluxo financeiro do Estado para o Serviço Nacional de Saúde registou uma diminuição de cerca de 6,1% (€ 1.610,9 milhões) no triénio 2015-2017 face ao triénio anterior (2012-2014), tendo passado de € 26,3 mil milhões para € 24,7 mil milhões.” (…).

“No final de 2016, os Fundos Próprios do Ministério da Saúde totalizam € 851,2 milhões, dos quais cerca de metade (51%, € 436,7 milhões) são da ADSE. Face a 2014 (€ 1.340,4 milhões), nota-se uma diminuição dos Fundos Próprios do Ministério da Saúde de € 489,2 milhões (-36,5%), não obstante o impacto positivo da integração da ADSE no perímetro de consolidação de contas do Ministério da Saúde em 2015.

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Em sentido contrário, o passivo do Ministério da Saúde aumentou, em particular as dívidas a fornecedores e outros credores do Ministério da Saúde que subiram 38,9%, passando de € 1.761,5 milhões em 2014 para € 2.446,6 milhões em 2016 (+€ 685,1 milhões).

Ainda hoje a RTP noticiava precisamente isto em https://www.rtp.pt/noticias/pais/financiamento-do-sns-caiu-61-de-2015-a-2017-e-divida-disparou_a1121421?fbclid=IwAR0XE8mnahnnQSaPbruqTrmaC2zWdnOlTEC1djaXsHA4YkjhHUre4U4p154

A situação económico-financeira do Serviço Nacional de Saúde “degradou-se de 2014 para 2016, tendo o rácio de endividamento atingido os 95% no final de 2016, refletindo a dependência do Serviço Nacional de Saúde das dívidas a fornecedores”.

Mas importa recordar que em relatórios anteriores já existiam alertas neste sentido para a governação da saúde ao contrário das mentiras de Mário Centeno e de António Costa.

Pelo que se confirma é afinal a esquerda quem está, em 4 anos, a destruir a saúde dos portugueses.

Voltámos a 2011, cheios de dívidas e com um Serviço de Saúde cada vez pior.

Duarte Marques, 36 anos, é natural de Mação. Fez o liceu em Castelo Branco e tirou Relações Internacionais no Instituto de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, com especialização em Estratégia Internacional de Empresa. É fellow do German Marshall Fund desde 2013. Trabalhou com Nuno Morais Sarmento no Governo de Durão Barroso ao longo de dois anos. Esteve seis anos em Bruxelas na chefia do gabinete português do PPE no Parlamento Europeu, onde trabalhou com Vasco Graça Moura, José Silva Peneda, João de Deus Pinheiro, Assunção Esteves, Graça Carvalho, Carlos Coelho, Paulo Rangel, entre outros. Foi Presidente da JSD e deputado na última legislatura, onde desempenhou as funções Vice Coordenador do PSD na Comissão de Educação, Ciência e Cultura e integrou a Comissão de Inquérito ao caso BES, a Comissão de Assuntos Europeus e a Comissão de Negócios Estrangeiros e Cooperação. O Deputado Duarte Marques, eleito nas listas do PSD pelo círculo de Santarém, foi eleito em janeiro de 2016 um dos novos representantes portugueses na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, com sede em Estrasburgo. Sócio de uma empresa de criatividade e publicidade com sede em Lisboa, é também administrador do Instituto Francisco Sá Carneiro, director Adjunto da Universidade de Verão do PSD, cronista do Expresso online, do Médio Tejo digital e membro do painel permanente do programa Frente a Frente da SIC Notícias.
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