Abrantes | Insegurança, roubos e vandalismo em Rossio ao Sul do Tejo – Autarca (C/VIDEO)

Episódios de roubos, vandalismo e insegurança continuada estão a preocupar o presidente da junta de freguesia de Rossio ao Sul do Tejo, para quem a gota de água foram os episódios de destruição gratuita e vandalismo ocorridos na madrugada de domingo para segunda-feira em bens públicos na localidade.  Na reunião de executivo desta terça-feira, o vice-presidente da Câmara de Abrantes, João Gomes (PS), deu conta também da sua preocupação com situações de vandalismo na cidade, onde foram roubados vários sinais de trânsito.

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Na madrugada de domingo, em Rossio ao Sul do Tejo, “rebentaram o espelho de uma carrinha, partiram uma paragem de autocarro com paralelos, na rua do Cabrito foram furando pneus dos automóveis e cortando os bancos que estavam à vista”, contou Luís Alves, presidente da União de Freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo, dando conta que “não foi uma situação pontual” e que os atos de roubo e vandalismo têm vindo a suceder “há muito tempo”, estando instalado um clima de medo e insegurança generalizado.

O autarca disse que as pessoas não apresentam queixa junto das autoridades por medo de represálias ou porque, quando é feita, não conseguirem identificar os autores pelo facto da queixa ter sido feita contra desconhecidos e por não ter sido em flagrante delito, situação que, afirmou, gera um sentimento de impunidade.

E é precisamente por as pessoas não apresentarem queixas que “as estatísticas das autoridades dizem que o Rossio é um sítio seguro onde não há incidentes e não é preciso um esforço de patrulhamento” mas o Rossio, assegura, “não é um sítio seguro. Não vale a pena estar a esconder isso”, tendo apontado um “eixo malfadado entre as Arreciadas e o Rossio”.

Luís Alves diz que a solução pode passar por uma “vigilância mais assertiva” por parte das autoridades policiais e que procurem os produtos dos assaltos “junto dos recetores”, referindo roubos de moto roçadoras, moto serras, e eletrodomésticos, entre outros.

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Episódios de roubos, vandalismo e insegurança continuada estão a preocupar o presidente da junta de freguesia de Rossio ao Sul do Tejo, para quem a gota de água foram os episódios de destruição gratuita e vandalismo ocorridos na madrugada de domingo para segunda-feira em bens públicos na localidade. Foto: DR

O autarca observou, no entanto, que, na questão do trânsito, as forças de segurança “operam muito melhor” e pediu à população para se manter vigilante e que não tenha receio para fazer a denúncia anónima, dando conta da importância do registo da mesma.

Também em Abrantes, na reunião de executivo da Câmara Municipal desta terça-feira, a questão da sinalética e da sinalização no concelho de Abrantes, e mais especificamente na cidade, foi trazida à discussão pelo vereador do Partido Social Democrata, Rui Santos.

O eleito questionou o executivo de maioria socialista sobre o levantamento que a Câmara Municipal estaria a realizar relativamente à sinalização que considera ser “desadequada”, especialmente na cidade de Abrantes, e que, afirmou, “merece ser retificada em alguns pontos até para quem nos visita poder mais facilmente ter acesso aos locais”.

O vice-presidente da Câmara de Abrantes, João Gomes (PS), respondeu dando conta do “levantamento” e manifestou preocupação quanto às ações de vandalismo existentes na cidade relativamente à sinalética, dizendo que na semana passada foi informado pelo presidente da União de Freguesias de Abrantes e Alferrarede, Bruno Tomás, que “numa noite roubaram-nos oito sinais de passadeiras”, tendo lamentado “uma falta de civismo”.

Acrescentou que esses atos de vandalismo também acontecem “noutros locais do concelho” sem compreender o motivo de “roubo e dano” da sinalização e do “bem público de forma gratuita”.

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