Abrantes | Água de Castelo do Bode a caminho do sul do concelho

Os Serviços Municipalizados de Abrantes têm em curso dois processos de empreitada com vista ao abastecimento de água ao Sul do Concelho, a partir da Albufeira de Castelo do Bode, num investimento de cerca de 2,6 milhões de euros e prazo de execução de 210 dias (sete meses).

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O objetivo desta fase é garantir a ligação dos sistemas autónomos da zona Sul ao sistema da Albufeira de Castelo do Bode, via ETA da Cabeça Gorda, numa intervenção que irá beneficiar diretamente cerca de 9.600 pessoas.

Nesse sentido, informou a autarquia, “já se iniciou a empreitada de instalação de conduta adutora entre Vale das Donas e o reservatório do Tramagal que levará a água ao Tramagal e ao Crucifixo, decorrendo trabalhos de finalização para instalação do estaleiro e acondicionamento de materiais”.

“Seguir-se-á a instalação da conduta adutora no troço entre Vale das Donas e S. Miguel do Rio Torto e intervenções nos reservatórios de S. Miguel do Rio Torto e do Tramagal. O investimento desta empreitada é 709.950,00 euros, acrescido de IVA”, acrescenta a mesma nota.

“Também está em andamento o processo que levará a uma outra empreitada, desta feita para instalação de conduta adutora entre Vale das Donas e Concavada, incluindo a execução do reservatório no alto da Burra, no Pego, no valor de 1.895.000,00 euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor”, refere a autarquia.

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O processo desta empreitada encontra-se em fase de assinatura do contrato, sendo uma intervenção que vai assegurar o abastecimento ao Pego, Concavada e Alvega.

Ambas as empreitadas têm o prazo de execução de 210 dias.

O abastecimento de água a partir de Castelo de Bode ao Sul do Concelho é uma grande obra dos Serviços Municipalizados de Abrantes, apoiada pelo POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

Segundo a autarquia, o projeto “tem o objetivo primordial de melhor servir os cidadãos através do aumento da qualidade e fiabilidade do serviço prestado, contribuindo também de forma decisiva para o incremento dos níveis de racionalidade económica e eficiência operacional da exploração”.

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