Abrantes | Agrupamento 172 organiza 3ª Feira das Sopas no Tecnopolo em Alferrarede

Foto: DR

O Pavilhão da Quimigal no Tecnopolo, em Alferrarede, Abrantes, recebe, este sábado 13 de janeiro, a terceira Feira das Sopas. Trata-se de uma iniciativa organizada pelo CNE, Agrupamento 172 de Abrantes, com o objetivo de angariar fundos e do convívio entre a comunidade em geral, familiares e amigos dos escuteiros.

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“Os fundos são para as atividades e vida normal do Agrupamento” explicou ao mediotejo.net o chefe do Agrupamento 172 de Abrantes, André Silva. No entanto, não escondeu a vontade coletiva de dotar “o nosso campo com eletricidade”.

A 3ª Feira das Sopas apresenta caldos e especialidades variadas como: sopa de peixe, sopa da pedra, sopa de coentros e ovo, sopa de couve com feijão, sopa de ossos, sopa de legumes, sopa de peixe da D. Helena e sopa surpresa. Associam-se à iniciativa três restaurantes abrantinos que no Tecnopolo apresentarão as suas sopas.

A entrada tem um valor de cinco euros que “dá acesso à tigela e à degustação de todas as sopas” referiu André Silva. As crianças, escuteiros do Agrupamento, pagam um preço “especial”. As bebidas e as sobremesas são compradas à parte. “No sábado, serão distribuídos uns ‘flyers’ pela cidade de Abrantes que podem ser trocados por uma sobremesa” na Feira, acrescentou o responsável.

As sopas têm horário de degustação ao jantar, a partir das 19h00. O evento conta também com animação musical de um grupo de cantares de Mação.

Esta Feira do CNE (Corpo Nacional de Escutas) tem o apoio da União de Freguesias de São Vicente, São João e Alferrarede e ainda da Câmara Municipal de Abrantes.

Abrantes | Agrupamento 172 organiza 3ª Feira das Sopas no Tecnopolo em Alferrarede

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há quase 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou há três anos a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.
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