Abrantes | Afinal, o açude permite ou não a passagem de peixes?

A Câmara Municipal de Abrantes (CMA) e a equipa de investigadores do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente /  Departamento de Biologia Animal da Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, coordenada pelo investigador Bernardo Quintella, vão divulgar os trabalhos que estão a ser efetuados no âmbito da “Avaliação da Transponibilidade do Açude Insuflável de Abrantes à Migração Piscícola”, esta segunda-feira, dia 20 de março, a partir de 14h30, junto ao açude insuflável (margem norte do rio Tejo).

Segundo informação da autarquia, “a equipa contratada pela CMA está a estudar novas soluções para o processo de monitorização da escada passa-peixes, instalada no açude, de modo a não obstaculizar a dinâmica das espécies piscícolas migratórias que necessitam de se deslocar para zonas de montante, no rio Tejo, para efeitos de reprodução”, pode ler-se.

O mediotejo.net tem acompanhado este estudo do açude insuflável, que se encontra contratualizado desde meados de setembro de 2016. Recorde-se que em fevereiro, a autarquia, na pessoa do vereador Manuel Valamatos, reconheceu que este estudo estava a ser levado a cabo com dificuldade apontando como causas o baixo caudal e o grau de poluição no Tejo.

Ler mais: http://www.mediotejo.net/abrantes-o-caso-da-intransponibilidade-do-acude-insuflavel-cvideo/

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