“A vitória do humanismo”, por Hugo Costa

A vitória do Eng.º António Guterres, é a vitória dos nossos melhores de sempre. Naturalmente, o mais bem preparado de todos nós e o maior político da sua geração. Um humanista e um militante progressista. Foi um triunfo da nossa diplomacia, mas em primeira instância uma vitória das capacidades reconhecidas ao candidato. Figura ímpar com uma visão social transformadora do país, um homem brilhante e com um prestígio internacional à toda a prova.

Ainda esta semana, no contexto de uma representação parlamentar na Dinamarca, compreendi como muitos europeus olham com curiosidade para um pequeno país, que conseguiu que um dos seus vencesse uma votação para o mais prestigiado cargo mundial com unanimidade do conselho de segurança das Nações Unidas.

Foi igualmente a vitória da transparência do processo, o resultado da búlgara, pouco cristalina, envergonha quem tentou mudar as regras do jogo, fincando quase em último lugar da votação, onde o candidato sérvio acabou por ficar em segundo lugar. Como me diziam: “Agora vocês têm o Secretário-Geral das Nações Unidas? Muito bem.”

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Bem sei que todos colocamos a bandeiras ao alto (e bem) na vitória da nossa seleção no Europeu de futebol no último Verão, mas a eleição de António Guterres como Secretário-Geral das Nações Unidas vai muito além disso. Um país pequeno, capaz de grandes feitos. Sempre foi o nosso desígnio. E certamente António Guterres fará história nas Nações Unidas.

O mundo precisa de uma visão menos tecnocrata, António Guterres é a pessoa certa. É um orgulho para todos nós. A vitória do humanismo em suma.

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